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Twinsen's Odyssey

Twinsen's Odyssey
Conheça esse jogo das antigas que marcou época.

Little Big Adventure foi um jogo de ação e aventura bastante inovador. Do mesmo criador de Alone in the Dark, a aventura de Twinsen era tão divertida que era fácil ignorar seus erros, tais como um sistema de combate frustrante e opções inúteis nos menus. Dessa vez, Twinsen retorna para salvar sua terra natal em Twinsen's Odyssey. Essa sequência é tão bela quanto seu antecessor, com os mesmos personagens esquisitos e interessantes. Mas agora os problemas são mais aparentes – e a mudança de uma câmera estática e isométrica para ângulos variáveis parece ser um passo para trás.

A aventura começa chuvosa


No primeiro jogo a missão de Twinsen era salvar o planeta da opressão do Dr. Funfrock. Viajando pela sua terra (que é um lugar enorme chamado, confusamente, de Twinsun), o nosso heroi começou como um prisioneiro político e acabou concretizando uma profecia mística para se tornar um talentoso mago. Twinsen's Odyssey continua exatamente onde o jogo passado parou. Agora os magos de Twinsun estão sendo sequestrados por uma raça alienígena chamada Esmer e, enquanto tenta salvá-los, Twinsen descobre a existência de um plano para destruir Twinsun em sacrifício à entidade esmeriana, o Dark Monk. Com a adição de Esmer e seu satélite, a Lua de Esmeralda, a quantidade de área a ser explorada em Twinsen's Odyssey cresceu enormemente. Por si só, a exploração dessas terras bizarras e de seus habitantes (incluindo algumas novas espécies de animais antropomórficos e um grupo de soldados-salsicha chamados de Knarta) é o suficiente para recomendar o jogo a qualquer pessoa que tenha gostado do original ou a qualquer um que esteja procurando algo um pouco fora do comum.


Um mago que anda de carro


Mas essa recomendação tem uma ressalva. De maneira simples, a parte “ação” desse jogo de aventura e ação deixa bastante a desejar. O primeiro jogo sofria de um problema similar: os combates eram a pior parte do jogo, requerindo que você alvejasse os inimigos com projéteis mágicos sendo que acertar a mira era uma tarefa difícil. Twinsen's Odyssey complementa esse problema com um novo sistema de câmera. Em ambientes abertos, a perspectiva muda à la Alone in the Dark e Ecstatica II (para citar alguns jogos da época). Os ângulos variáveis de câmera às vezes tornam quase impossível mirar no inimigo. Existe a possibilidade de mudar de ângulo, mas apenas para um ponto de vista atrás de Twinsen – que, normalmente, é um ponto de vista ainda mais inútil. De qualquer forma, você deve aprender a usar as falhas do jogo em seu benefício: se aproveitar da inteligência artificial mediana dos inimigos para se esconder atrás de objetos e mirar neles enquanto eles, sem pestanejar, atacam a sua “barricada”.


Puzzle tipicamente twinsuniano


No entanto, a parte “aventura” mais do que compensa esses pontos negativos. Os puzzles são variados, o planeta é gigantesco e a história e personagens (apesar de algumas dublagens soarem um tanto amadoras) são interessantes o suficiente para fazê-lo desconsiderar os problemas com a ação. Talvez mais do que qualquer jogo de aventura do mesmo ano, Twinsen's Odyssey cria com sucesso a sensação de que você participa de um mundo vivo e bastante intrigante. A atenção ao detalhe nas centenas de personagens que você encontrará é surpreendente e a trilha sonora, muitas vezes orquestrada, faz com que andar por Twinsun e Esmer seja uma experiência agradável também aos ouvidos.


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