Destaques BrWebPlay!

  • Seção Filmes adicionada!
  • Seção Downloads Adicionada. Agora poderá conferir os melhores lançamentos em um só lugar!!
  • Projeto Natal! Chegamos ao futuro?

Sobre o Blog

O blog BrWebPlay tem como objetivo principal trazer aos seus usuários as principais novidades do mundo dos games. Por isso, se é um amante de games e deseja manter-se atualizado, não esqueçam de nos adicionar aos favoritos!
Mostrando postagens com marcador Análises. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Análises. Mostrar todas as postagens

BlackShot

0 comentários


BlackShot é um FPS online que está ganhando muitos fãs aqui no Brasil. Por isso a BrWebPlay não poderia deixar de trazer a análise de sua jogabilidade para você!

Depois da frenética estéria causada pelo jogo Counter-Strike muitos outros similares apareceram no mercado com o intuito de disputar a preferência dos jogadores de games FPS. O game BlackShot consegue entrar nessa disputa, e no meu ver, com muitos pontos a frente da maioria dos seus concorrentes.

O jogo tem uma ótima jogabilidade, seus controles são de fácil aprendizado (Caso tenha dúvida, basta apenas apertar F1) e os gráficos são de qualidade superior à maioria dos jogos no mercado. Por se tratar de um game online, é necessário que a empresa obtenha dinheiro para que os servidores mantenham-se ativos, e pelo jogo se tratar de um F2P, o modo de se conseguir dinheiro encontrado pela empresa é a venda de alguns equipamentos apenas por dinheiro real, desse modo o servidor pode manter-se funcionando sem a necessidade de uma cobrança mensal pelo seu acesso.

Para se conectar aos servidores do jogo é necessário ter o Garena instalado na sua máquina. Para baixa-lo basta ir no final do artigo.



O game apesar de contar com ótimos gráficos e uma boa jogabilidade tem alguns transtornos com o tão conhecido LAG. Por se tratar de um jogo disponibilizado pelo Garena, as salas não têm um servidor fixo, por isso, sempre que alguem cria uma sala, se transforma no servidor daquela respectiva sala. Quando a pessoa não tem uma boa conexão, o jogo automaticamente muda o servidor para um outro jogador que esteja na sala com a conexão melhor, e essa transferência causa o temido “Change Server” ( Jogue e saberá).


Apesar do game conter ótimos gráficos, não se difere muito de outros sucessos como American Army e principalmente Combat Arms. Mas ainda assim, vale apena conferir.

Links:

Garena: www.garena.com

BlackShot: www.blackshotonline.com

Novo jogo da série decepciona, confira a análise

0 comentários

"Com muitas confusões adolescentes, o novo jogo está mais para um episódio de malhação"


"Com muitas briguinhas adolescentes, o novo jogo da série está mais para um episódio de malhação."
Harry Potter e o enigma do príncipe” não escapa desse “feitiço”. O jogo chegou até a ser adiado para que acompanhasse a estreia das filas nos cinemas, e acabou derrubando ações da produtora Electronic Arts.


O game tem as vozes dos atores, desafios divertidos e uma Hogwarts construída para garantir boas horas de exploração. O aluno exemplar Harry vai jogar quadribol, fazer poções, descobrir bônus escondidos e duelar contra outros alunos. Tudo, claro, intercalado pela versão "fantasia" do que poderia ser mais um episódio de "Malhação": jovens apaixonados, brigas entre valentões e oprimidos, fatalidades não tão graves envolvendo poções, magias e vaga no gol do time de quadribol.



É uma rotina capaz de entreter os fãs, mas que não consegue enganar por muito tempo. O jogo, sem a superprodução do filme, não se decide entre "divertir" e "contar a história", e acaba sendo uma experiência sem momentos marcantes ou ambientação cativante. A versão de PC, com legendas em português, exige pouco mais de três horas para ser completada. Depois disso, claro, você é livre para explorar Hogwarts, encontrar os brasões restantes, disputar mais partidas de quadribol e encarar duelos de magia.



"Harry Potter e o enigma do príncipe" não avança muito sobre o estilo do jogo anterior ("Harry Potter e a ordem da fênix"), e mosta que os games baseados em filmes ainda precisam evoluir bastante para se aproximar das melhores produções atuais na categoria de jogos eletrônicos.

O que aprendemos no Snes?

1 comentários

O top 20 das coisas que um dia aprendemos com o SuperNitendo, para que nunca mais nos digam que não aprendemos nada.

Fonte: BobbaVip



1 - As tartarugas vermelhas são mais inteligentes (e perigosas) que as verdes.

2 - Jamais corra fora da pista.

3 - Em alguns casos, estrelas são mais importantes que moedas.

4 - Não importa qual a distância que você esteja do gol, sempre chute da lateral.

5 - Carrinho de lado não é falta.

6 - Falta no goleiro leva à expulsão.

7 - Com socos e chutes você quebra carros com mais facilidade do que usando barras de ferro.

8 - Não importa o modelo - O carro azul corre mais.

9 - Gol olímpico é mais fácil que gol de falta.

10 - Nunca é a última fase.

11 - Select é tão útil quanto o Scroll Lock ou um bloco amarelo com uma exclamação.

12 - Às vezes, uma facada funciona melhor que um tiro.

13 - A vida não tem continues infinitos.

14 - Quando uma pessoa morre ela pisca até desaparecer.

15 - Vampiros? Arrumem uma corrente.

16 - Meia lua para frente + soco forte = algo interessante.

17 - Paredes com rachaduras costumam guardar segredos.

18 - Quanto maior o lutador, pior ele é.

19 - Pouco me importa se não adianta nada - Morrermos apertando Start para a introdução passar mais rapidamente.

20 - Nem todos os rios estão para nado

Depois falam que não aprendemos nada jogando video-game!

Dê belas tacadas em Pangia!

0 comentários


Games de golfe existem aos montes. Escolher o taco certo, mirar, acerta uma bola de alguns centímetros em um buraco a metros de distância... Parece meio chato não? Mais com Pangia, as coisas ficam digamos assim, mais animadas.


Pangia é um game de golfe onde você interage online com outros jogadores com o intuito de se tornar o melhor jogador de golfe, ou simplesmente apenas se divertir. Com gráficos em forma de anime, Pangia foge completamente do realismo, entre suas várias tacadas, é comum se deparar com Dragões, fadas e outros seres imaginários.

No game é possível se divertir sem gastar nenhum dinheiro, já que a permanência nos servidores não é paga, ou seja, o game é F2P. Porém, caso queira se aprofundar realmente no game terá que desembolsar alguns dólares na compra de itens equipamentos para evoluir o seu personagem.

O maior problema do game é que com o tempo, as inúmeras tacadas passam a se tornar cada vez mais repetitivas, porem por se tratar de um Casual Game, sabendo dividir o tempo do jogo em dosagens certas, Pangia concerteza irá lhe divertir por muito tempo.

Aqui no Brasil, a empresa Ntreev detentora dos direitos do game, lançou uma parceria com a Level Up! Games, empresa que já está a alguns anos no mercado nacional, por isso o acesso aos brasileiros está disponível, mas infelizmente o jogo ainda não teve uma versão traduzida.


Está curioso, quer saber mais? Acesse:

Pangia na Level Up!
ou
WebSite Oficial

Caçada aos brasileiros?

0 comentários
Não é de hoje que a sociedade brasileira de jogadores de MMORPGs tem sido esporadicamente excluída de muitos servidores internacionais. Inveja? Intolerância? Raiva? Não caros amigos, a culpa de todas essas expulsões tem apenas um nome: Trapaça.


Infelizmente no mundo dos MMORPGs, brasileiro é sinônimo de Gold Hackers, roubo de itens e má educação. Não que os demais países não tenham também sua safra de jogadores mal educados, mais nós brasileiros superamos de longe qualquer rank.

Em servidores internacionais é fácil de perceber isso. Um bom exemplo foi um jogo que fez bastante sucesso aqui no Brasil e que agora teve seus servidores bloqueados na América do Sul, o Combat Arms. Se você já jogou esse famoso jogo de tiro, deve com certeza ter se deparado com muitos brasileiros com HP infinito flutuando e atirando pelo mapa, porém, a empresa que administra o jogo, informou em seu site oficial que os servidores tinham sido bloqueados na America do Sul por instabilidades técnicas que sujeitaram o mal funcionamento e bla bla bla...

A idéia de se conseguir lucro rápido nos MMORPGs se espalhou no Brasil de tal forma que bots e hackers em jogos como Ragnarok e Perfect World que tem servidores instalados aqui no Brasil já se tornou algo rotineiro. Em guildas de jogos, as conversas sobre táticas de se conseguir mais dinheiro com bots já é normal. Outro dia, presenciei esse fato enquanto jogava o game Perfect World. Fui convidado para uma guilda e entrei na mesma, lá me deparei com essa conversa que transcreverei aqui sem qualquer correção ortográfica para que se mantenha original como a fala dos jogadores:



INRIBA: eu abro 3 bots level 1
PraX: axu q eu vo coloka 10$ d gold aki d 10$ no serv pvp :P
Girl201: como passa pra conta?
INRIBA: de lvl 1 tbm
INRIBA: eu fasso 50k
Girl201: 0000000
INRIBA: eu abro 3 bots lvl 1
INRIBA: e comsigo 50k em cada
PraX: Girl eh so joga no Google bot PW
INRIBA: jntando
INRIBA: juntando
INRIBA: 150k por dia
Girl201: Eu tou na pra de jade hehe
INRIBA: so com monstros lvl 1
Girl201: a
PraX: RS...
PraX: essa pergunta dueu aqui
INRIBA: aki tbm mais e assim mrm



Fiquei impressionado como o jogador explicava isso sem qualquer pudor. Ele não se preocupava se alguém iria denunciá-lo talvez pela certeza de impunidade. Impunidade essa que é outro grande defeito da maioria dos servidores nacionais.

Mais não são todos os brasileiros que expelem as tendências políticas de nosso querido congresso nacional. Em sua maioria, os jogadores brasileiros são sim honestos e amigáveis, infelizmente o que ocorre é que os atos ruins são sempre mais vistos que os atos bons, e muitos se esquecem desse fator. Nem por isso amigos, perderei a esperança de tempos melhores e acredito que com o tempo, os servidores nacionais terão melhores administrações, que punam com mais rigor os infratores, com isso diminuindo a sensação de impunidade que rodeia os muito botters e hackers que se mantém no submundo dos MMORPGs, e que nós, brasileiros mostremos aos grandes servidores internacionais que somos sim bons jogadores, e que a corja de infratores não são a maioria nacional.